Sunday, June 28th, 2009

Self -> value;

Watch what you say - of those who say nothing, few are silent.

Everyone is gifted - but some people never open their package.

[ quotations from orkut's Today's Fortune ]

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Thursday, May 28th, 2009

Aproveitando Restos de Memória

Pérola do Dr. Arsinoé,
sobre a metodologia dos exercícios
de um professor muito exigente.. ;-)


(18:40:50) Arsinoé Wilche: yes
(18:40:54) Arsinoé Wilche: ele limita demais
(18:40:59) Arsinoé Wilche: parece que eu tou programando um atari
(18:41:04) Arsinoé Wilche: alias
(18:41:08) Arsinoé Wilche: é um sistema da nasa
(18:41:18) Arsinoé Wilche: onde estamos nos aproveitando dos restos de memória existentes
(18:41:25) Arsinoé Wilche: para implementar uma nova funcao
(18:41:28) Arsinoé Wilche: tem um prog aqui
(18:41:34) Arsinoé Wilche: que só pode usar a pilha de temp…
(18:42:20) mauricio.foliveira@gmail.com/1BA90F62: EAIUHEAIUHEAIUEHAIUHAEIUEHIUEHAIUEHIUHEIUHEAIUEHIHEIUEHIUAEH
(18:42:33) mauricio.foliveira@gmail.com/1BA90F62: essa merece um post!
(18:42:42) mauricio.foliveira@gmail.com/1BA90F62: ‘aproveitando restos de memória’
(18:42:43) mauricio.foliveira@gmail.com/1BA90F62: kkk

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Friday, May 8th, 2009

H[eating] P[roblems]

Mais uma sobre os episódios do laptop/aquecedor do digníssimo Arsinoé.

[00:16] Amigo1:
[00:17] Mauricio: Arsinoé!

[00:23] Meebo Message: Amigo1 is offline
[00:24] Meebo Message: Amigo1 is online
[00:26] Amigo1: travou
[00:26] Amigo1: rssss
[00:26] Mauricio: Ahh
[00:26] Mauricio: Vi que deu um ‘delay’ mesmo
[00:26] Mauricio: eauihieauhae
[00:26] Mauricio: Win7? Ubuntu904?
[00:26] Amigo1: HP
[00:26] Mauricio: Generic OS on HP
[00:26] Mauricio: iueahieahiae
[00:27] Amigo1: “HP”= Heating Problems
[00:27] Mauricio: KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
[00:28] Meebo Message: Amigo1 is offline
[00:28] Mauricio: KKKK ²

P.S.: (00:32) Ele ainda não voltou..

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Wednesday, April 1st, 2009

Emoções na Alfândega

Episódio estrelado pelo digníssimo Lolô, sobre suas aventuras entrando no Brasil:

(10:44:33 AM) mauricio.foliveira: Que que deu na alfandega?!
(10:49:15 AM) Marcello Vinicius: então passei feito um anjo, tava com duas malas lotadas de coisas, mas falei que não tinha nada
(10:49:22 AM) Marcello Vinicius: o cara olhou e acreditou em mim
(10:50:50 AM) mauricio.foliveira: IUHEAIUHEAIUHAEIUHE
(10:50:55 AM) mauricio.foliveira: Sério?!
(10:50:58 AM) mauricio.foliveira: Puta que pariu
(10:51:03 AM) mauricio.foliveira: VOCE NAO DECLAROU *NADA* ?!
(10:51:32 AM) Marcello Vinicius: claro que declarei
(10:51:38 AM) Marcello Vinicius: declarei que não tinha nada a declarar
(10:51:42 AM) mauricio.foliveira: KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
(10:51:53 AM) mauricio.foliveira: Tem gente que gosta de *FORTES* emoçoes
(10:51:55 AM) mauricio.foliveira: ueAiuhaiueAHAE
(10:52:24 AM) Marcello Vinicius: huHUAUUahuHUHUAHU
(10:52:27 AM) Marcello Vinicius: bota fortes

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Friday, March 20th, 2009

A Final Answer: ‘mozzy trute’

E finalmente encontrou-se a resposta para o tudo bem? mais metal da história:

Marcelo Fantini Xavier: Mauriaaaaaaaaaac
me: Ahooo FAntieeeene
Diz ae, Dr!
Fimozzy?
Marcelo Fantini Xavier: fi… mozzy trute
e oce?
me: BOOOOOOOOOOOOOOOOOA
Essa resposta foi A MELHOR

É.. estou realmente considerando uma categoria pro Fantini aqui no blog (acho que 70% dos posts são dele.. ieauheiheaiu).

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Sunday, March 1st, 2009

O monge e o macaco

Um dos melhores posts que já vi sobre programação.
Criativo e bem-humorado.
Atente para o comentário final sobre algumas lingüagens proprietárias.. ;-)
Fonte: Blog do Blablos de Blebe

Era uma vez um rapaz que gostava de programar. Ele descobriu a programação por acaso e se encantou com a idéia de transformar as idéias na sua cabeça em software para que outras pessoas pudessem usar. Então ele começou uma jornada em busca da linguagem que fosse capaz de expressar exatamente o que ele pensava.

Ele começou com Pascal e aprendeu que com ela poderia iterar e recursar, modularizar e estruturar. E viu que isso era bom, e estudou mais e mais, e naquela época ele foi feliz. Porém o excesso de restrições começou a travar o seu pensamento e nessa época ele foi infeliz.

Então ele decidiu que queria algo que melhor e procurou Java. E então ele aprendeu que poderia orientar a objeto sem se preocupar com a coleta de lixo. E viu que isso era bom e nessa época ele foi feliz. Mas chegou um dia que o excesso de camadas começou a travar o seu pensamento e nessa época ele foi infeliz.

Então ele decidiu que se quisesse ser um programador de vedade teria que aprender C e Assembly. Ele estudou e estudou, e descobriu que podia fazer tudo que sua mente imaginava, inclusive besteiras. E nessa época ele foi feliz. Ele tinha para si todo o controle da máquina e assumiu a responsabilidade sobre esse poder. Ele percebeu que poderia ter o que tinha em Pascal, com C e ele foi feliz. Ele percebeu que poderia ter o que tinha em Java, com C++ e ele foi feliz. E ele percebeu que poderia ter o que quisesse se estivesse disposto a pagar o preço em Assembly, e ele foi muito feliz.

Mas algo faltava que ainda o incomodava e ele não sabia explicar o porquê. Tentou escrever um programa que explicasse o que faltava, mas não conseguiu resolver. Então, nessa época, ele foi infeliz. Ele se desesperou, e procurou apender todas as linguagens do mundo, mas nenhuma era suficiente para explicar o que estava faltando. Tentou VB, C#, Python, Lisp e nada. Nem mesmo Brainfuck conseguia explicar o que faltava. E ele era infeliz, e até a sua infelicidade era incompleta. Ele pensou em desistir, mas até esse pensamento era incompleto.

Então um dia ele conheceu um monge e esse monge lhe apresentou uma nova linguagem não muito conhecida. Ele viu mas não ficou interessado, pois nenhuma linguagem até ali havia mostrado o que lhe faltava. Mas o monge insistiu e ele aceitou, e então ele começou a estudar Perl.

Então ele viu que a linguagem era cheia de símbolos e construções estranhas e aquilo não era bom. Era feio e esquisito, e ele continuava sem saber o que lhe faltava. Sua mente já estava cansada e seus pensamentos minguavam, mas algo o impelia a continuar e estudar.

Um dia, ele não sabe qual, aconteceu algo e ele não soube o quê. Veio um estalo e tudo se tornou claro. Seu mundo de sombras teve luz. E ele não sabia explicar o que era, mas isso era bom e ele foi feliz.

Então ele procurou fazer um retrospecto de seu caminho até ali para descobrir o que lhe acontecera. Ele olhou para si e descobriu que podia ver coisas que não via antes. Ele olhou para Pascal e resolveu problemas que não tinham solução naquela época. Ele olhou para Java e entendeu quais eram as camadas necessárias e quais eram as barreiras. Ele olhou para C e percebeu que a linguagem era tão poderosa que ele deixou-a amarrar suas mãos e prender sua mente, e ele entendeu como utilizar por completo esse poder a seu favor. Ele olhou para VB, C# e todo o .NET e aceitou que era melhor mesmo deixar pra lá… Então ele olhou para Lisp e viu como realmente eram escritas as linhas de código do universo, e que tinha Perl colando as coisas.

Então ele olhou para Perl, e notou que os símbolos estranhos eram só atalhos para abstrações e que a linguagem era muito mais que isso. Era grande, poderosa, flexível e bela, muito bela.

E foi aí que ele descobriu o que lhe faltava, e isso não era uma linguagem de programação. Perl lhe trouxe uma nova forma de olhar para o mundo e perceber coisas que antes ele não percebia. Perl o iluminou e libertou sua mente, e ele entendeu que até ali tinha sido apenas um macaco, repetindo comandos e algoritmos sem entender o seu real significado. Não importava qual era a linguagem, ele era somente um macaco, e antes desse estalo, mesmo com Perl ele não compreendia. Mesmo com Perl ele continuava a ser um macaco, e teria sido assim se ele não tivesse compreendido. Não importaria qual a nova linguagem, ele continuaria a ser um macaco.

Ele percebeu que sua mente estava escravizada por mecanismos que a obrigavam a não pensar, e quanto mais linguagens ele aprendia, mais e mais mecanismos apareciam para oprimir e degradar seu pensamento.

Então agora finalmente ele havia descoberto que o que lhe faltava não era uma tecnologia, mas sim era libertar a sua mente. Ele tornou-se um monge. E ele se libertou dos mecanismos de opressão, e todas as linguagens que ele conhecia passaram a se completar e fazer sentido. Ele não mais programava, mas falava Perl, então ele foi capaz de expressar completamente seus pensamentos em qualquer linguagem, e assim ele foi finalmente feliz.

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Tuesday, February 17th, 2009

Really surprising memory [browser battle part 3]

(09:45:57 PM) Marcelo: ou.. pqp.. ainda não me conformo que o site de foto lá tinha hit do lynx… fala a verdade.. foi você quem fez aquilo né? rssrsr
(09:48:29 PM) Maurício: Ah
(09:48:30 PM) Maurício: Entao
(09:48:33 PM) Maurício: Lembrei, cara..
(09:48:40 PM) Maurício: Fui eu mesmo quem acessou o site com lynx.
(09:49:01 PM) Maurício: Era pra ver como apareciam os textos, alts e parametros do flash no site.
(09:49:03 PM) Maurício: iueaHieuAHiueha
(09:49:09 PM) Marcelo: heehe
(09:49:12 PM) Marcelo: sabia manu..
(09:49:20 PM) Marcelo: só tem duas pessoas no mundo que usam o lynx..
(09:49:33 PM) Marcelo: como o stalmann não conhece o site do seu pai…

O Fantini logo vai ganhar uma categoria aqui no blog.. ieuhihehuieah
E dá-lhe text-only browsers!

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Tuesday, February 17th, 2009

Internet Kills

[15:14:27] Maurício Faria de Oliveira diz : Vc tem net em casa?
[15:14:34] Rafael Rezende diz : não tenho não
[15:14:47] Rafael Rezende diz : mas ontem eu coloquei fogo em todas as cordas e cabos de rede lá em casa
[15:15:19] Rafael Rezende diz : pra garantir q eu não vou me enforcar por estar sem net
[15:18:07] Maurício Faria de Oliveira diz : EaiUAeiEAIUAEIUEAiUaheiUEahiUehaiaeuiaehe
[15:18:10] Maurício Faria de Oliveira diz : auehIUAIUAEHIUAEHIAUEHIuHIUaehiUEAhIueahIuaeh
[15:18:12] Maurício Faria de Oliveira diz : IEAuhIEauhIaeuhIEaIUeahae

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Friday, January 30th, 2009

Microsoft e o kernel 2.6

(09:23:31 PM) *red+u Amigo1®: cara
(09:23:34 PM) *red+u Amigo1®: não é por nada não
(09:23:44 PM) *red+u Amigo1®: mas a MS tá começando a entender o que é um OS de verdade
(09:23:53 PM) *red+u Amigo1®: nada compar’ável
(09:24:00 PM) *red+u Amigo1®: ao kernel 2.6.x
(09:24:02 PM) *red+u Amigo1®: masssssss
(09:24:10 PM) *red+u Amigo1®: realmente é interessante
Ótima do Arsinoé ;-D

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Saturday, January 24th, 2009

How the city hurts your brain

Hugh Pickens writes

The city has always been an engine of intellectual life and the ‘concentration of social interactions’ is largely responsible for urban creativity and innovation. But now scientists are finding that being in an urban environment impairs our basic mental processes.

After spending a few minutes on a crowded city street, the brain is less able to hold things in memory and suffers from reduced self-control. ‘The mind is a limited machine,’ says psychologist Marc Berman. ‘And we’re beginning to understand the different ways that a city can exceed those limitations.’

Consider everything your brain has to keep track of as you walk down a busy city street. A city is so overstuffed with stimuli that we need to redirect our attention constantly so that we aren’t distracted by irrelevant things. This sort of controlled perception — we are telling the mind what to pay attention to — takes energy and effort. Natural settings don’t require the same amount of cognitive effort.

A study at the University of Michigan found memory performance and attention spans improved by 20 percent after people spent an hour interacting with nature.

‘It’s not an accident that Central Park is in the middle of Manhattan,’ says Berman. ‘They needed to put a park there.’

[ Slashdot, How the city hurts your brain. ]

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